quinta-feira, 29 de março de 2012

[AltoGiro] Carros clássicos da Golden Classics



Após conhecer o Cadillac 6200 e o Oldsmobile Cutlass Supreme da Golden Classics, o AltoGiro foi convidado a visitar o galpão da empresa, onde ficam guardados a maior parte da coleção.
Como se pressupõe, o local era um galpão mesmo. Não que o lugar fosse mal-cuidado, só não tinha o capricho de um show-room. Localizado também no bairro do Brooklin, em São Paulo, o depósito tinha certa de 20 carros guardados, sendo alguns deles muito raros de se ver por aqui. 

No local, encontravam-se alguns carros muito interessantes, como um Plymouth, um Citroen DS, um Citroën SM, Jaguares e claro, uma Ferrari. Mas, acima de tudo, tinha guardado um trio raro de se ver em qualquer lugar do mundo. Neste primeiro post, publicarei os principais carros que avistei na visita ao galpão da Golden Classics. É uma viagem ao passado.


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sábado, 17 de março de 2012

[AltoGiro Avistamentos] JAC J2 e J5

Bom, nem vou me preocupar em colocar a tag "spyshot" nesse post.
Já conhecemos a velha estratégia de testar carros quase sem camuflagem pra galera sair tirando fotos e achar que é flagra. 

Esse avistamento foi feito por meu pai, na Rodovia Ayrton Senna.

Jac J2 e J5, que devem ser lançados em breve:



O pequeno J2, já deve chegar com motor flex e agitar o segmento dos compactos:



Curiosidade de testes no J5: galões de água para simular passageiros no banco traseiro.
 


- Rossi

quinta-feira, 8 de março de 2012

[Avistamentos] Chevrolet Volt


Trazemos mais um avistamento interessante hoje: um Chevy Volt, o carro "elétrico" da GM. Sim, "elétrico" entre aspas, mesmo, porque, ao contrário do que a GM fez todos acreditarem, o Volt é, na verdade, um híbrido. A diferença está no fato de que, no Volt, o motor a combustão também serve para tracionar as rodas em algumas situações, diferentemente do que se pensava até seu lançamento. O que se alegava antes era de que o motor era um mero range extender, ou seja, entraria em operação apenas para recarregar as baterias.

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terça-feira, 6 de março de 2012

[AltoGiro] Flagra do MG 750 em São Paulo

A MG do Brasil não está indo muito bem, com seus modelos MG 550 e MG 6 mal conseguindo ver a luz do dia devido à falta de compradores dispostos a arriscar uma quantia relativamente alta em carros desconhecidos no país. 
Mesmo assim, a empresa de nome inglês e diretoria chinesa está planejando a introdução de um terceiro carro no Brasil, situado acima dos dois modelos supracitados. Nomeado de MG 750, nada mais é do que o Roewe 750 chinês, mas que em terra tupiniquim recebe o octógono da Morris Garages na sua grade. Coisa pra inglês ver. Ou seria, pra brasileiro ver?
Pois avistei exatamente este sedã, com placas verdes, nas ruas de São Paulo.


O Roewe 750 por sua vez, nada mais é do que o antiquado Rover 75 de 1999, de carroceria alongada e tração dianteira. O desenho da seção dianteira e traseira foram modificados, mas o carro continua facillmente identificável como o carro que lhe deu origem. Assim, ao contrário dos modelos MG 550 e MG 6, desenvolvidos pela Shanghai Auto Industry Corporation (SAIC), o MG 750 ao menos é baseado em um verdadeiro carro inglês. Os motores da Rover continuaram no Roewe, sendo estes um V6 2.5L de 184 hp (186 cv) e um 1.8 turbo de 155 hp (157 cv). 
A versão do Rover 75 V8 (4.6L do Mustang) e tração traseira, foi abandonada.


O site da MG do Brasil anuncia o MG 750 de motor V6 2.5L com 201 cv. Essa diferença de potência deve ter a mesma explicação que a Hyundai dá: a gasolina pura e excepcional do Brasil, junto com um pouco de etanol, dá uma "força mágica" adicional aos seus motores.

Mas as fotos deste flagra são do 1.8 T, como revela o emblema "turbo" no paralamas. Este motor é o mesmo usado no MG 550 e MG 6, mas gera "somente" 155 hp (157 cv) no 750 vendido no exterior. Uma bela diferença em relação aos 170 cv dos MGs "brasileiros". Novamente, deve ser nossa a nossa premiada gasolina...

Aliás, este carro é o mesmo carro mostrado no Salão do Automóvel de 2010, do qual publico abaixo as fotos que tirei.


A empresa se denomina "Morris Garages", em alusão à MG Cars, póstuma empresa inglesa que foi absorvida pela British Motor Corporation e consequente fusão com a Austin, em 1952. A BMC parou de fabricar em Abington, os esportivos compactos e leves da MG em 1980
Dois anos depois, a marca "MG" foi ressucitada para somente adornar versões mais esportivas dos convencionais carros da Austin-Rover. 
Em 1994, o grupo foi comprado pela BMW. Em 2000, a marca bávara se desfez novamente do grupo, que passou a operar por conta própria como MG-Rover Group. Finalmente, em 2005, foi comprada pela chinesa Nanjing Automobile Group, que por sua vez, foi adquirida pela SAIC em 2007. 


Resta saber agora, qual versão a MG do Brasil vai lançar. Apesar de anunciado no site a versão V6, minha aposta está no 1.8 turbo, motor já utilizado no Brasil em outros carros - facilitando assim a logística de reposição e manutenção - e visto também neste veículo de placas verdes rodando em São Paulo. Ou quem sabe, não virão ambos os motores?
Assim, apesar das baixas vendas, a MG quer se firmar no país trazendo quase todo o seu portfólio. Apesar de ser a primeira vez no Brasil, quem já teve um MP Lafer, réplica do MG TD dos anos 50, vai reconhecer o emblema octogonal logo de cara!

Para ver outros flagras desta seção do Alto-Giro Blog, cliquem em "Spyshots" no menu lateral, ou aqui. Se tiverem alguma foto própria de um flagra, mandem para altogiroblog@gmail.com que teremos o prazer em publicá-lo!