quinta-feira, 11 de abril de 2013

[AltoGiro] Cabo de guerra com duas F50s


Que tal um cabo de guerra com 540 CV puxando de cada lado!? Na categoria dos "vídeos sem sentido, mas sensacionais", postamos abaixo o vídeo de duas Ferraris F50 puxando cabo de guerra num pátio vazio!
Para quem viveu a adolescência nos anos 90 (que é o caso do autor deste post), a F50 foi pôster de parede por um bom tempo. Ah, e esse V12 girando a 9000 rpm é nada menos que espetacular!

Maximizem a tela e aumentem o volume! Quase dá pra sentir o cheiro da borracha até!!




domingo, 31 de março de 2013

[Alto Giro] Aston Martin Vanquish x Lamborghini Aventador x Ferrari F12 Berlinetta



A revista inglesa EVO confronta três dos maiores esportivos de hoje.
O Aston Martin Vanquish, topo de linha inglês e um talvez o maior Gran-Turismo de hoje em dia, o Lamborghini Aventador, o maior touro de Sant'Agata e um perfeito superesportivo, e a Ferrari F12 Berlinetta, descendente direto da lendária linhagem dos doze cilindros dianteiros e, em tese, uma mistura de Gran-Turismo com superesportivo.

Assistam a esse vídeo épico abaixo!




sábado, 23 de março de 2013

domingo, 17 de março de 2013

[AltoGiro] Pequenos prazeres


Ontem fui trocar o óleo do meu carro, e enquanto via aquele óleo velho e preto saindo por baixo do cárter e o óleo novinho, verde quase transparente, sendo colocado, tive uma sensação muito boa na hora!
Foi quando percebi como pessoas que gostam de carros às vezes podem ter alguns pequenos prazeres no dia-a-dia bem incomuns.


Troco o óleo sempre antes da quilometragem indicada, e dessa vez não foi diferente. Minha história já mostrou como a manutenção preventiva vale muito mais a pena que a reparadora. O fato de eu estar colocando um lubrificante novo e saber que isso está fazendo bem para o motor, me trouxe uma sensação de satisfação na hora! Com o óleo novo, parece que o motor gira mais suave, faz menos barulho e até responde melhor! Ok, não sei o quanto dessas impressões foram induzidas falsamente por eu saber que acabei de fazer a troca, mas de qualquer maneira foi gratificante.
Foi quando refleti um pouco, e pensei em como pequenas coisas do cotidiano são prazeirosas no ponto de vista de um entusiasta. Listei mais algumas abaixo:

  • lavar / encerar o carro com suas próprias mãos.
  • fazer pequenos reparos, como lubrificação de juntas, trocas de lampadas, eliminação de ruídos, e descobrir nesse processo como as coisas funcionam no seu carro.
  • acertar a rotação do motor numa redução de marcha - bônus de satisfação se for fazendo punta-taco.
  • encontrar uma seção de pista sinuosa e quase sem trânsito.
  • saber os limites de seu carro pra encaixar aquela ultrapassagem perfeita numa pista simples de mão dupla.

Esses foram algumas pequenas satisfações que pensei agora, e que fazem toda a diferença na vida de quem gosta de carros! Vocês conseguem listar mais algumas?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

[Ao volante] BMW 330i Motorsport (E46 facelift)


Para este Ao Volante, trazemos mais um carro especial. Se você é um conhecedor, tenho certeza de que vai apreciar esta belíssima BMW 330i Motorsport, da geração E46, que tive o prazer de dirigir graças a um grande amigo.
A Série 3 E46 é um dos carros mais bonitos da história. Seu desenho, que foi supervisionado pelo odiado famigerado Chris Bangle, evoluiu da já aclamada E36 e é o ápice do design da BMW. Dificilmente eles vão conseguir fazer outro carro tão bonito assim (até agora, nada). E que é a cara da marca. Estão lá a Hofmeister Kink (o "recuo" característico na coluna C), as lanternas traseiras em "L"  e a famosa grade duplo rim. De 1998 a 2004, a geração E46 embelezou as ruas do mundo, além de continuar proporcionando aos seus felizes proprietários (e alguns de seus amigos) verdadeiro prazer ao dirigir (Freude am Fahren em alemão, um dos slogans mais famosos da BMW).

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ao Volante: Ferrari F430 Spider em Madrid


Nesse post, talvez o mais especial de todos até agora, relatarei como foi a minha primeira vez pilotando uma Ferrari, uma apaixonante F430 Spider. Essa foi minha maior experiência automotiva até hoje - até hoje, já que  em pouco tempo o Alto Giro partirá para um feriado automotivo na California! 
Esse é um relato subjetivo de um piloto de primeira viagem, já que eu sou - ou melhor, era - totalmente inexperimentado em carros desse calibre.


Assim como mencionado no post do cenário automotivo da Espanha, passei um mês a trabalho nesse belo país, e uma das grandes experiências que tive nessa viagem foi a oportunidade de alugar a F430 em Madrid. Depois de alguma pesquisa, descobri que alugar carros exclusivos na Europa não era tão difícil. Em Madrid haviam algumas locadoras exclusivas em supercarros, assim como em Barcelona, Paris e outras cidades importantes. Fui pela locadora RentBull, por ser uma das poucas que alugavam por períodos curtos, de até meia hora. Ser a que estava mais perto do meu apartamento também ajudou!

Quando entrei na locadora e vi a garagem repleta de esportivos, foi difícil conter o entusiasmo. O mais difícil foi escolher. Pelo preço que queria pagar, havia F430, F430 Spider, Gallardo, 911 Carrera, R8... por quase o dobro, havia 458, 599 GTB, 911 GT2, SLS AMG....


Eu estava em um conflito existencial entre a Gallardo e a F430, talvez a decisão mais difícil que já tomei! 
Luis, o dono da locadora acabou com minha angústia: “És la primera vez? Ferrari, el convertible!”. Dizia ele pra eu não perder a chance de pisar no acelerador e ouvir o V8 com capota abaixada na primeira vez. Dizia também, que a F430 era mais dócil que a Gallardo.

Quem sou eu pra argumentar? A F430 Spider seria então, a primeira Ferrari e o primeiro superesportivo da minha vida.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Salão do Automóvel 2012 para entusiastas


O Salão do Automóvel de São Paulo acabou, e com certeza o que não falta na internet são fotos dos carros. E é claro que o Alto Giro também esteve no Salão, a convite da Toyota do Brasil. E, para não ficar repetitivo, já que em qualquer portal na internet é possível encontrar fotos do Salão em abundância, postarei um resumo do que consideramos os destaques deste evento.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Um retrato do cenário automotivo na Espanha


Passei um mês na Europa a trabalho, ficando majoritariamente em Madrid. Nos fins de semana pude viajar para outras cidades espanholas, como Toledo, Valência e Barcelona. Fui também para Paris, cujos carros deixarei para escrever outro dia.


Nesse post traçarei o cenário automotivo da Espanha, uma observação subjetiva do que povoa as ruas espanholas. Sempre que viajo para um lugar novo, uma das coisas que mais me chama atenção (às vezes até mais que as atrações locais) são os carros rodando nas ruas. Me fascina estar inserido em um novo ambiente automotivo, e dessas observações podemos concluir muito sobre gostos e costumes do povo local.

Usando unicamente como critério o meu olhômetro, pude perceber que as ruas da Espanha, e em especial, Madrid, são dominadas por carros franceses e carros do grupo VW. Menção honrosa vai para o grande número de Ford Focus lá. Vê se também bastante Opels.

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sábado, 15 de setembro de 2012

Jettas... Jettas pra todo lado!


Quem acompanha a indústria automotiva, sabe que todas as milhões de marcas espalhadas pelo mundo pertencem a umas... 5 empresas no total. O maior exemplo disso é a Volkswagen: no seu rol de marcas estão a própria VW, Audi, Lamborghini, Bugatti, Bentley, Seat, Skoda... E eles querem mais. Acabaram de finalizar a compra da Porsche e estão tentando tirar a Alfa Romeo da Fiat. 

A idéia da VW é ser a Unilever dos carros. Entre num supermercado. Escolha um produto - qualquer um. Olhe na embalagem: você verá um logo da Unilever. Pois a Volks quer fazer a mesma coisa com os carros. Você vai entrar numa concessionária - qualquer uma -, escolher um carro - qualquer um - e vai acabar encontrando um emblema "VW" em algum lugar. 

Com a sua plataforma modular MQB (do alemão Modularer Querbaukasten, ou plataforma modular transversal), aquela do novo Golf VII  a Volks está realizando o sonho de todas as suas concorrentes (lembre-se, só existem umas outras 4). Pense nela como um skate sobre o qual é possível montar várias carrocerias diferentes, serrando e remendando a base para deixá-la mais curta/longa ou estreita/larga. Desde pequenos hatchbacks até SUVs (incluindo, claro, o Jetta) poderão compartilhar essa plataforma. É verdade que, por enquanto, a MQB só serve para carros com motor transversal dianteiro e tração dianteira, mas é questão de tempo até a tecnologia evoluir para algo ainda mais flexível. Uma plataforma assim, para tração traseira já está sendo desenvolvida pela Porsche, para ser utilizada também nos Bentley.

Assim, tomando o Jetta como modelo base, tudo vai caminhar para a Jettificação do mercado. Vai comprar um Voyage 1.0? Será um Jetta encurtado com cilindrada reduzida. Vai comprar uma Lamborghini Gallardo? Jetta 2.5 rebaixado com tração integral e um 2o motor soldado em 'V'. Que tal um 911? Fusca Jetta com 1 motor e meio achatado, na traseira. Talvez você prefira um Bentley? Jetta forrado de couro com faróis vesgos. Que tal chutar o balde e comprar um Veyron? Jetta turbo mais caro do mundo, com 4 motores soldados em 'W'.

Esse plano de ação da VW tem fundamento: o compartilhamento de plataformas vai diminuir drasticamente os custos de desenvolvimento dos carros, aumentando a margem de lucro e talvez, se eles forem bonzinhos, até mesmo reduzindo os preços (mas provavelmente não no Brasil). Que empresa não gostaria de ter algo assim? O problema é que a Volkswagen vai usar essa vantagem competitiva para fazer caixa e acabar com todas as outras (4) montadoras (talvez eles ainda comprem mais uma ou outra). E no que isso vai resultar?


Por mais que o Jetta seja um bom carro (e não tenha dúvidas, ele é), ninguém quer olhar à sua volta e se ver cercado de modelos iguais. Sobretudo quem gosta de carro. Pense na situação: você, um entusiasta, vai dirigir dois carros aparentemente diferentes, mas a sensação vai ser absolutamente a mesma. Sua mãe, sua tia ou sua avó não vão sentir diferença e vão achar até bom, porque, em diferentes níveis, o compartilhamento de tecnologia vai significar preços mais baixos, manutenção mais simples, etc. Mas você vai saber o que estará acontecendo. Estaremos caminhando para a Rússia da época em que você podia comprar qualquer carro, desde que ele fosse um Lada. Para a Alemanha oriental, quando você só podia comprar Trabants. Para o Japão, quando você só podia comprar Toyo... (ops, isso é agora!) 

A diversidade é uma das coisas que tornam a vida interessante. Com os carros, não é diferente. Se alguém quer ter o direito de comprar um carro que vai quebrar pelo menos uma vez entre cada revisão, deixe ele escolher entre a Fiat ou as marcas francesas. Se uma pessoa decide conscientemente ter um carro moderno que faz 4 km/L e é feio de doer, deixe ela escolher seu GM preferido em paz. Se o seu vizinho quer comprar um carro com 5 anos de garantia e ser explorado nas revisões e peças, a Caoa ficará feliz em atendê-lo. O que não pode acontecer, é não termos opção.

Por isso, é hora de protestarmos. Caso contrário, só veremos Jettas... Jettas pra todo lado! 

-WS

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

[Avistamento] Chevrolet Onix

Voltamos hoje com mais material próprio AltoGiro. Desta vez, o Rossi flagrou o novo Chevrolet Onix aqui em SP. 
Ele chega para concorrer no principal segmento do mercado brasileiro, junto a Gol e Palio. Se ele vai aposentar o Celta, ainda não é certeza. Em se tratando de GM, é capaz de passarmos mais uns 10 anos com um "Celta Classic" ou algo do tipo, hehe.
A camuflagem ainda está escondendo bem o desenho do carro, mas neste link do Autos Segredos você pode ter uma idéia de como ele vai ser. Não é doído de olhar como Agile e Cobalt, mas está longe de ser bonito.
Mais informações no Autos Segredos, que vem nos mantendo informados sobre o projeto.

-WS

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Primeiras fotos do Golf VII

Hoje, data de sua apresentação oficial para a imprensa (que deve acontecer mais tarde), apareceram as primeiras fotos da sétima geração do Golf. Quem, como eu, estava animado para ver o novo desenho do benchmark dos hatchbacks, vai se decepcionar.
A frente ficou sem graça, com poucos vincos e a já tradicional cara da Volkswagen, um tanto conservadora. Eu acho que ela cai muito bem no Jetta atual, por exemplo, mas poderia ser mais ousada no Golf, um hatch mais jovial. 
A traseira ficou é feia, mesmo. As lanternas, com um quê de Passat, não agradam, e, ao contrário da dianteira, há vincos demais.
A vista lateral é, sem dúvida, o melhor ângulo deste carro. A coluna C grossa, tradicional do Golf, lembra o Mk IV, uma das gerações mais bem resolvidas esteticamente. 
O interior evoluiu, como esperado, e tem como destaque uma grande tela para a central multimídia e o freio de mão eletrônico. Só o excesso de laca não me agrada muito, mas deve ser algo específico de uma versão de acabamento, assim como os bancos "luva de baseball". 
Minha primeira impressão é de decepção. Depois de ver o ótimo desenvolvimento que a Audi fez com o novo A3 (primeiro carro da nova plataforma modular MQB), esperava mais desse Golf VII. Muito mais. É verdade que essa geração perdeu aquele visual "gordo", de minivan, que veio com o Mk V e ficou no Mk VI (na verdade, um "V e meio"), mas este eterno best seller europeu merecia um desenho mais caprichado. 

Uma vez feitos esses comentários, é claro que preciso ver o carro ao vivo para dar o veredicto final. E tenho certeza de que o modelo será um sucesso de vendas e apresentará um bom nível de evolução tecnológica. Mas esperava mais da VW. Será que, com tantas marcas no portfolio, estão deixando de lado a principal?


-WS




Fonte: Best Cars